Acabei neste presente dia, uma teoria de valor irrefutável para a parcela da humanidade interessada em questões de carácter maioritariamente psíquico. Há que desconfiar sem perdão de todas as pessoas que afirmam em algum minuto da sua existência sou muito franco, muito sincero. Escrevo esta breve dissertação à luz da minha demorada pesquisa empírica e assento as minhas conclusões unicamente numa base: estas pessoas são as maiores rádios-alcatifa dum raio de 47 m2. Recentemente, vá.. hoje, terminei este temível estudo de antropologia cultural que divulga tamanhas informações: bastam três dias para sabermos com que tipo de gente lidamos. Depois da pessoa se descontrair suficientemente, de forma a expressar opiniões, as suas primeiras frases bastarão para se perceber os seus principais defeitos. Vejamos, se uma pessoa fala em relação a outra que é mentirosa, trata-se por certo de uma pessoa impostora, não conseguindo o seu consciente abstrair-se desse facto, revelando-o de forma directa como se fosse suor que precisa de sair do corpo para o arrefecer. Somos básicos, é o que é.
